sexta-feira, 4 de março de 2016

Campanha da Fraternidade 2016 "Planeta terra: Casa comum, nossa responsabilidade "

TEMA: “Casa comum, nossa responsabilidade”

LEMA: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”.

 Em 2016, o tema será “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema bíblico apoia-se em Amós 5,24 que diz: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. O objetivo principal da iniciativa será chamar atenção para a questão do saneamento básico no Brasil e sua importância para garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida para todos. Uma das grandes novidades desta quarta edição da campanha ecumênica, é a participação da Misereor, entidade episcopal da Igreja Católica da Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina. A colaboração acontece em vista do desejo dos organizadores em transpor as fronteiras

Pela quarta vez a Campanha da Fraternidade é realizada de forma ecumênica. As outras três tiveram os seguintes temas:
Ano 2000 –  Dignidade Humana e paz – Novo Milênio sem exclusões
Ano 2005 – Solidariedade e Paz – Felizes os que promovem a Paz
Ano 2010 – Economia e Vida – Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro
          
              A Campanha da Fraternidade deste ano tem como objetivo geral “assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum”.
As reflexões sobre o saneamento básico contidas neste texto base demonstram que esse é um direito humano fundamental e, como todos os outros direitos, requer a união de esforços entre sociedade civil e poder público no planejamento e na prestação de serviços e de cuidados. Por isso é uma Campanha Ecumênica, pois a questão do Saneamento afeta não apenas católicos, mas todas as pessoas, independente da fé que professem.
               O abastecimento de água potável, o esgoto sanitário, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos, o controle de meios transmissores de doenças e a drenagem de águas pluviais são medidas necessárias para que todas as pessoas possam ter saúde e vida dignas. Por isso, há que se ter em mente que “justiça ambiental” é parte integrante da “justiça social”.
Resultado de imagem para campanha da fraternidade         A Campanha da Fraternidade surgiu durante o desenvolvimento do Concílio Vaticano II (1962-1965). A cada ano, desde 1964, a Igreja no Brasil pr opõe a todos os cristãos, a Campanha da Fraternidade (CF). Essa campanha desenvolveu-se mais intensamente durante a Quaresma, mas aos poucos, seu tema foi sendo refletido e engajado dentro da vida da Igreja durante todo o ano. É sempre um tema bem concreto através do qual, somos convidados a reconsiderar e, sobretudo, nossas atitudes para com o próximo, dando dimensão concreta à nossa conversão pessoal e à de nossas comunidades de Igreja.

A Quaresma é o período de 40 dias entre a Quarta-feira de cinzas – logo após o Carnaval - e a Semana Santa (que se inicia com o Domingo de Ramos). Durante a Quaresma, a Igreja e todos os cristãos preparam-se para a Páscoa. A Páscoa possui três interpretações: é a antiga festa de pastores para comemorar a primavera; é a festa dos Hebreus, para relembrar sua saída do Egito, no tempo de Moisés; é a festa anual dos Cristãos para celebrar a Ressurreição de Cristo.

É nesse contexto que inicia a CF, a qual é um projeto que procura animar todas as comunidades num compromisso pastoral concreto que marque a unidade da Evangelização pelo empenho comum em prol da solidariedade e fraternidade que nascem do amor de Cristo. Durante esse período, a liturgia trabalha paralelamente com a Campanha. Os cantos litúrgicos da missa, as preces e outras orações são voltados também para o tema que está sendo trabalhado. A CF atinge, cada ano, um problema determinado e urgente que precisa do esforço de ação pastoral conjunta no país, desafios sociais, econômicos, políticos, culturais e religiosos da realidade brasileira.

Inicialmente, a igreja buscou rever sua parte interna, tanto que as primeiras campanhas tinham por objetivo principal reaproximar os leigos das atividades comunitárias e pastorais, além de reforçar a vivência na paróquia e na comunidade. Dessa forma, os primeiros temas da Campanha da Fraternidade contemplaram mais a vida interna da Igreja. A partir dos anos de 1970 essa postura muda e a Igreja passa a Igreja preocupa-se com a realidade social da população, denunciando o pecado social e promovendo a justiça.

Algumas Funções da Campanha da Fraternidade (CF):

É uma campanha quaresmal, que une em si as exigências da conversão, da oração, do jejum e da doação. Convoca os cristãos a uma maior participação nos sofrimentos de Cristo como possibilidade de auxílio aos pobres

Início na quaresma e ressonância no ano todo (Cf. CNBB, Pastoral da Penitência, Doc. 34, nº. 4.3)

É um grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal: conversão, renovação interior e ação comunitária em preparação da Páscoa.
Meio para viver os três elementos fundamentais da espiritualidade quaresmal: Oração – Jejum – esmola

A CF é especialmente manifestada na evangelização libertadora, clama a renovar a vida da Igreja, a transformar a sociedade e a partir de temas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.

Coleta no Domingo de Ramos

No final da Campanha, cada comunidade é chamada a um gesto generoso, cuja destinação não contemplará apenas necessidades dela. Pela sua doação, a comunidade vai ajudar a Igreja desenvolver obras de promoção humana e a sustentar a ação pastoral. Certamente não há Diocese do Brasil que não tenha já recebido ajuda de irmãos e instituições eclesiais de outros países. Numerosas paróquias e comunidades receberam ajuda financeira de entidades católicas do estrangeiro para as mais diversas finalidades: construção de igrejas, de centros comunitários, programas de formação, seminários... Dessa forma, a CF se expressa concretamente pela oferta de doações em dinheiro na Coleta da solidariedade. É um gesto concreto de fraternidade feito em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs, paróquias e dioceses.

Na coleta da Campanha, cada comunidade dá conforme pode, com cada uma colaborando de acordo com suas possibilidades. A colaboração deve ser generosa, gratuita, solidária e libertadora. A coleta da Campanha da Fraternidade, grande gesto concreto de fraternidade, deve tornar-se logo meio privilegiado para a auto-sustentação da Igreja no Brasil, garantindo recursos financeiros para ela manter obras sociais, programas de formação de leigos engajados, a infra-estrutura pastoral. A CNBB já recebe razoável recurso desta coleta para preparar a Campanha de cada ano e para as atividades que desenvolve.

Quando termina a campanha?

Alguns podem pensar que, após a Páscoa, a campanha chega ao fim, todavia, é um grande equívoco. Ela perdura pelo ano inteiro, junto com o Ano Litúrgico, atuando com fervor nas outras atividades pastorais que são desenvolvidas ao longo do ano.
Cartazes, desenhos, músicas, texto-base, textos voltados para cada pastoral, vídeos... Várias são as formas que a Campanha da Fraternidade pode ser trabalhada nas comunidades, sendo debatida e refletida pela comunidade.

Todos os temas e os lemas da campanha da fraternidade

CF 1964 – Igreja em Renovação - Lembre-se: você também é Igreja
CF 1965 – Paróquia em Renovação - Faça de sua paróquia uma Comunidade de fé, culto e amor
CF 1966 – Fraternidade - Somos responsáveis uns pelos outros
CF 1967 – Co-responsabilidade - Somos todos iguais, somos todos irmãos
CF 1968 – Doação - Crer com as mãos
CF 1969 – Descoberta - Para o outro, o próximo é você
CF 1970 – Participação - Participar
CF 1971 – Reconciliação - Reconciliar
CF 1972 – Serviço e Vocação - Descubra a felicidade de servir
CF 1973 – Fraternidade e Libertação - O egoísmo escraviza, o amor liberta
CF 1974 – Reconstruir a vida - Onde está teu irmão?
CF 1975 – Fraternidade é Repartir - Repartir o Pão
CF 1976 – Fraternidade e Comunidade - Caminhar juntos
CF 1977 – Fraternidade na Família - Comece em sua casa
CF 1978 – Fraternidade no Mundo do Trabalho - Trabalho e justiça para todos
CF 1979 – Por um mundo mais humano - Preserve o que é de todos
CF 1980 – Fraternidade No mundo das migrações - Para onde vais?
CF 1981 – Saúde e Fraternidade - Saúde para todos
CF 1982 – Educação e Fraternidade - A verdade vos libertará
CF 1983 – Fraternidade e Violência - Fraternidade sim, violência não
CF 1984 – Fraternidade e Vida - Para que todos tenham Vida
CF 1985 – Fraternidade e Fome - Pão para quem tem fome
CF 1986 – Fraternidade e Terra - Terra de Deus, terra de irmãos
CF 1987 – A Fraternidade e o menor - Quem acolhe o menor, a Mim acolhe
CF 1988 – A Fraternidade e o negro - Ouvi o clamor deste povo!
CF 1989 – A Fraternidade e a Comunicação - Comunicação para a verdade e a paz
CF 1990 – A Fraternidade e a Mulher - Mulher e homem: imagem de Deus
CF 1991 – A Fraternidade e o mundo do Trabalho - Solidários na dignidade do trabalho
CF 1992 – Fraternidade e Juventude - Juventude - caminho aberto
CF 1993 – Fraternidade e Moradia - Onde moras?
CF 1994 – Fraternidade e Família – A Família, como vai?
CF 1995 – A Fraternidade e os excluídos - Eras tu, Senhor?
CF 1996 – A Fraternidade e a Política - Justiça e paz se abraçarão!
CF 1997 – A Fraternidade e os encarcerados - Cristo liberta de todas as prisões!
CF 1998 – Fraternidade e Educação - A serviço da vida e da esperança!
CF 1999 – Fraternidade e os Desempregados - Sem trabalho... Por quê?
CF 2000 – Dignidade Humana e Paz - Novo milênio sem exclusões (Ecumênica)
Na celebração do Grande Jubileu da Encarnação a Campanha da Fraternidade foi realizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).
CF 2001 – Vida Sim, Drogas Não!
CF 2002 – Fraternidade e povos Indígenas - Por uma terra sem males
CF 2003 – Fraternidade e pessoas Idosas
CF 2004 – Fraternidade e Água - Dignidade, Vida e Esperança
CF 2005 – Solidariedade e Paz - Felizes os que promovem a Paz
CF 2006 – Fraternidade e pessoas com deficiência - Levanta-te, vem para o meio!
CF 2007 – Fraternidade e Amazônia - Vida e missão neste chão
CF 2008 – Fraternidade e defesa da vida - Escolhe, pois a vida
CF 2009 – Fraternidade e Segurança Pública - A paz é fruto da justiça
CF 2010 - (Ecumênica) – Economia e Vida lema: Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro.
CF 2011 - Fraternidade e a vida no planeta lema: A criação geme como em dores de parto.
CF 2012 - Fraternidade e saúde pública lema: Que a saúde se difunda sobre a terra
CF 2013 - Fraternidade e Juventude lema: Eis-me aqui, envia-me!
CF 2014 - Fraternidade e Tráfico humano lema: É para a liberdade que Cristo nos libertou
CF 2015 - Fraternidade: Igreja e Sociedade lema: Eu vim para servir

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Comemorações e Festejos no Dia de Iemanjá

Dia 02 de fevereiro é comemorado no Brasil o Dia de Iemanjá, a Rainha do Mar e mãe de todas as cabeças.
Iyemanjá, Yemanjá, Yemaya, Iemoja “Iemanjá” ou Yemoja, é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” (“Mãe cujos filhos são peixes”), identificada no jogo do merindilogun pelos odu ejibe e ossá, representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba yemanja.
No Brasil, a orixá goza de grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras, e até por membros de religiões distintas.
Caracteristicas dos filhos, oferendas e curiosidades sobre Iemanjá

Sensualidade é uma das caracteristicas dos filhos de Iemanjá
Rege a maternidade, e é a mãe dos peixes que representam fecundidade. Seu dia à sábado.
Nas grandes “obrigações“, as oferendas são cabra branca, pata ou galinha branca.
Gosta muito de flores e é costume oferecer-lhe sete rosas brancas abertas, que são jogadas ao mar para agradecimento.
Sua cor é a branca com azul. A saudação é Odoyá! Usa um adé com franjas de miçangas que esconde o rosto. Leva na mão o bébê – leque ritual de metal prateado de forma circular, com uma sereia recortada no centro.
0 tipo psicológico dos filhos de IEMANJÁ é imponente, majestoso e belo, calmo, sensual, fecundo e cheio de dignidade e dotado de irresistível fascínio (o canto da sereia).
As filhas de IEMANJÁ são boas donas de casa, educadoras pródigas e generosas, criando até os filhos de outros (OMULU).
A deusa das águas recorrem as mulheres que não conseguem engravidar. Porque é Iemanjá quem controla a fertilidade, simbolizada em seu corpo robusto, forte, em seus seios volumosos e na aparência sensual.
Qualidades, aliás, de todas as suas filhas, que se revelam excelentes como donas de casa, educadoras e mães. Não perdoam facilmente, quando ofendidas. São possessivas e muito ciumentas.
Embora se mostrem tranquilas a maioria do tempo, podem se tornar verdadeiras feras quando perdem a paciência. Mais do que isso, não perdoam ofensas com facilidade. Intrometem-se tanto na vida dos familiares que chegam a sufocar. Mas a intenção é sempre das melhores.
IEMANJÁ, por presidir a formação da individualidade, que como sabemos está na cabeça, está presente em todos os rituais, especialmente o bori, por isso é considerada a mãe de todo as as cabeças independente do seu primeiro orixá.
Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de Fevereiro, a maior festa do país em homenagem à “Rainha do Mar“. A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até ao templo-mor, localizado próximo à foz do rio Vermelho, onde depositam variedades de oferendas preferidas pela orixá como espelhos, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados e muitas rosas brancas.
Outra festa importante dedicada a Iemanjá ocorre durante a passagem de ano no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a divindade. A celebração também inclui o tradicional “Banho de pipoca” e as sete ondas que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam como forma de pedir sorte à Orixá.
Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos, mãe de todas as cabeças humanas.
Além da grande diversidade de nomes africanos pelos quais Iemanjá é conhecida, a forma portuguesa Janaína também é utilizada, embora em raras ocasiões. A alcunha, criada durante a escravidão, foi a maneira mais branda de “sincretismo” encontrada pelos negros para a perpetuação de seus cultos tradicionais sem a intervenção de seus senhores, que consideravam inadmissíveis tais “manifestações pagãs” em suas propriedades. Embora tal invocação tenha caído em desuso, várias composições de autoria popular foram realizadas de forma a saudar a “Janaína do Mar” e como canções litúrgicas.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Um carnaval Diferente nos mais diversos Retiros espirituais .

Fiéis de várias igrejas da região trocaram o carnaval para participar de retiros espirituais. Durante quatro dias os jovens trocam as marchinhas por orações e louvor.

Você nunca quis dar um tempo para “pensar na vida”? Pois bem, o retiro é esse tempo de reflexão para entendermos melhor o “quebra-cabeça” da nossa existência, examinar como tem sido a nossa vida até agora e direcionarmos o nosso futuro.

Resultado de imagem para os retiros religiososO que é um Retiro Espiritual

Retiro Espiritual é uma atividade espiritual que proporciona aos participantes tempo para olhar os principais pontos da vida, o que está bem, o que está mal e como melhorar. Retiros podem ter diversos formatos e duração, uma forma comum tem dois dias de duração (final de semana) e é realizado em uma casa de retiro, um local que permite contato com a natureza e tranquilidade. São ministradas palestras por sacerdote e leigos, há atividades como Santa Missa, Terço e Via Sacra, entre outras práticas de piedade. Há também intervalos de tempo sem nenhuma atividade para cada pessoa pensar sobre sua vida. Além disso, quem desejar pode conversar com um padre.
É um momento de especial intimidade com Deus, que depois nos facilitará encontrá-Lo no dia-a-dia: no trabalho, no descanso, nos momentos com a família, nos momentos com os amigos, etc.
Para isso, você conta com um clima de serenidade, de paz, de silêncio, que lhe permitirá sair corre-corre diário para entrar nas questões mais profundas da existência, da felicidade, do que motiva a viver cada dia, o seu projeto de vida, os seus sonhos, a sua amizade com Deus.

Para que serve um Retiro?

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  • Para aprofundar no conhecimento da nossa personalidade, descobrir os nossos talentos, buscar o sentido da nossa vida;
  • Para ver o que precisamos para fazer para melhorarmos, para sermos mais felizes. Nunca é tarde para recomeçar, para rever o rumo das nossas vidas;
  • Para lidar de forma harmoniosa todos os nossos sonhos e projetos. Decidir e empreender de forma consciente o que vemos que de fato é o melhor para nós;
  • Para entender os acontecimentos e as circunstâncias da nossa vida, muitas vezes sem sentido aparentemente, e fazer uma leitura objetiva desses eventos com a ótica de Deus;
  • Para melhorar o relacionamento com as pessoas que Deus coloca à nossa volta, a fim de vivermos mais intensamente o centro do cristianismo: a caridade;
  • Para entender as nossas reações interiores que muitas vezes não acabamos de entender: as nossas alegrias, tristezas, angústias, esperanças;
  • Em resumo, é um percorrer, na presença de Deus, os diversos âmbitos da nossa vida: família, trabalho, amizades, relacionamento com Deus.





quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Dia Mundial da Religião - 21 de janeiro . Diga Não a Intolerância Religiosa.

 Esta data tem o objetivo de promover o respeito, a tolerância e o diálogo entre todas as diversas religiões existentes no mundo, que pregam como princípio a bondade. A ideia da criação desta data teria ocorrido em dezembro de 1949, através de uma Assembleia Religiosa Nacional dos Baha’is, uma religião monoteísta fundada pelo líder Bahá’u’lláh.
A ideia é incentivar a convivência pacífica entre todas as diferentes ideologias religiosas e doutrinais, evitando a intolerância religiosa. As questões religiosas sempre foram motivo para as piores guerras e conflitos que a humanidade já presenciou. Nesta mesma data, o Brasil comemora o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, como um reforço ao objetivo proposto pelo Dia Mundial da Religião.
 De acordo com o preceito do Dia Mundial da Religião, não importa se a religião é monoteísta (acredita em um deus) ou politeísta (acredita em vários deuses e entidades), quase todas buscam em essência o mesmo objetivo: a paz e o respeito entre os seres humanos e a natureza.

O mês de janeiro é um momento propício para esta campanha. O dia 7 de janeiro é o Dia da Liberdade de Cultos. E o dia 21 de janeiro é o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.Apoiamos todas as manifestações pela paz e pela liberdade religiosa que serão realizadas por todo o Brasil por conta do dia 21 de janeiro.

Alguns eventos que ocorrerão no Brasil:
17/01 às 15h00 – Roda de Conversa: Combate à Intolerância Religiosa (Juazeiro do Norte, CE).
19/01 às 15h00 – Caminhada Contra a Intolerância Religiosa, parte 1 (Manaus, AM).
19/01 às 19h00 – Encontro Contra a Intolerância Religiosa (Indaiatuba, SP).
19/01 às 19h30 – Caminhada Contra a Intolerância Religiosa, parte 2 (Manaus, AM).
19 a 23/01 – Semana Municipal de Enfrentamento à Intolerância Religiosa (Camaçari, BA).
21 a 24/01 – Campanha Eu Visto Branco pela Liberdade de Fé da REJU (Brasil).
21/01 às 9h00 – 3ª Caminhada Paraibana de Combate à Intolerância Religiosa (João Pessoa, PB).
21/01 às 9h00 – Audiência Pública sobre combate à intolerância religiosa (São Francisco do Conde, BA).
21/01 às 15h00 – VII Caminhada pela Liberdade Religiosa (Juazeiro do Norte, CE).
21/01 às 17h00 – VIII Marcha Pela Vida e Liberdade Religiosa (Porto Alegre, RS).
21/01 – Ato inter-religioso pela Paz e pelo Diálogo (Santos, SP).
21/01 às 19h00 – Ato de Combate à Intolerância Religiosa (São Paulo, SP).
21/01 às 19h00 – Roda de conversa sobre a Intolerância Religiosa (São Carlos, SP).
21/01 às 19h30 – Ato Contra a Intolerância Religiosa (Rio de Janeiro, RJ).
22/01 às 15h00 – Caminhada para Oxalá pela Vida e Liberdade Religiosa (Aracaju, SE).
22 e 23/01 – Encontro do Povo do Asé Contra a Intolerância Religiosa (São José dos Campos, SP).
25/01 às 10h00 – 5ª Procissão do Pai Oxalá (São Paulo, SP).
30/01 às 15h00 – Diálogo sobre a Intolerância Religiosa no Brasil (São Paulo, SP).
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domingo, 3 de janeiro de 2016

Feliz Ano Novo, Que Este Ano de 2016 Traga muita Paz e Saúde a Todos, e Que o Amor de Deus Reine nos corações de Todos os povos, independente de ideologia, crenças ou raças.

As Comemorações do Réveillon pelo nosso país e pelo mundo. Outros lugares do mundo também têm suas tradições de réveillon. Veja algumas delas!
  

                                Réveillon no Cabo da Boa Esperança, na África do Sul .

Reprodução/theguardian No Cabo da Boa Esperança, a chegada do novo ano é comemorada com desfiles, como um Carnaval, no dia 2 de janeiro. A data se deve à libertação dos escravos na África do Sul, em 1830

Réveillon em Berlim, na Alemanha

Reprodução/newyeareve-tonbro Berlim, na Alemanha, tem uma das festas mais famosas no mundo, considerada muito animada. Shows acontecem em um grande palco montado em frente ao portão de Brandenburgo e, à meia noite, Berlim fica iluminada pelos fogos de artifício. Os alemães comem por lá mesmo. Muitas barraquinhas de comida típica e cerveja são montadas nos arredores do portão
Réveillon na Bulgária
Reprodução/tumblr Na Bulgária, são os tapinhas nas costas que anunciam a chegada do novo ano. As crianças vão de casa em casa batendo nas costas dos moradores para desejar saúde e riqueza. No primeiro dia do ano, os búlgaros expulsam os maus espíritos com os "Kukeri", homens que se vestem de monstros para espantar os vampiros
Reveillon na China
Reprodução/huffingtonpost O ano novo chinês acontece no 23º dia do último mês lunar, quando os chineses oferecem comida ao Deus da Cozinha, pedindo prosperidade à família e, cada ano é dedicado a um animal do signo chinês. As cores do ano novo chinês são vermelho e dourado, para trazer sorte e a comida é o guiozá. Para eles, a queima de fogos atrai sorte e afasta as coisas negativas. Nesta época, os chineses trocam presentes ou dão a seus familiares envelopes vermelhos com dinheiro dentro.  
                                                                                    Réveillon na Escócia
Reprodução/Edinburghfestivalcity Os escoceses comemoram o Ano Novo das 8 horas do dia 31 de dezembro até às 6 horas do dia primeiro de janeiro. A data é considerada mais importante que o Natal e tem desfiles de gaiteiros e dançarinos típicos na rua principal de Edimburgo. À meia noite, os canhões do Castelo de Edimburgo são disparados e há uma grande queima de fogos, seguido de um solo feito pelo gaiteiro, que se posiciona no topo do castelo. Os escoceses trocam biscoitos para desejar boa sorte
                                                                          Réveillon em Madri, na Espanha
Reprodução/huffingtonpost Na Espanha, a comemoração começa no dia 28 de dezembro e vai até o dia 6 de janeiro, Dia de Reis, quando são feitas cavalgadas e é preparada a rosca de reis. Dentro dessa rosca são colocados brinquedos para as crianças. Na noite de Réveillon, os espanhóis comem doze uvas, uma para cada badalada do relógio Puerta del Sol, localizado em Madrid
Réveillon em Nova York, Estados Unidos
Reprodução/peopleus A festa de Réveillon mais famosa dos Estados Unidos acontece em Nova York, na Time Square, onde as pessoas se encontram para beber, dançar, correr e gritar. Durante a contagem regressiva, uma enorme maçã vai descendo no meio da praça e explode à meia-noite, espalhando balas e bombons por todos os lados
Réveillon em Paris, na França
Reprodução/newyearss2016 Autora do nome Réveillon, a França comemora com festa o novo ano. Os franceses se reúnem entre amigos e familiares, com boa comida e bebida. À meia noite, todos os convidados da festa se beijam e tomam muita champanhe (de verdade). Em frente à Champs-Élysées acontece uma queima de fogos, que ilumina a Torre Eiffel, que fica ao fundo. Também é costume comemorar em restaurantes ou ir ao show do Moulin Rouge, uma das opções mais tradicionais. Também acontecem passeios no Rio Sena
                                                                                    Réveillon em Atenas, na Grécia
Reprodução/dedalosgroup Os gregos fazem um bolo com os mesmos ingredientes do panetone e colocam uma moeda de ouro dentro dele. Na virada do ano, o bolo é cortado e distribuído entre os participantes da festa e, acredita-se que, quem receber o pedaço com a moeda, terá sorte durante o ano todo. Sobre as romãs, os gregos jogam a fruta no chão para quebrar e então, a dividem entre os convidados

Réveillon em Honolulu, no Havaí

Reprodução/nerdychicEm Honolulu, no Havaí, o ano novo é celebrado na praia, com balões que as famílias levam e soltam, em homenagem ao ano que está começando
Réveillon na Holanda
Reprodução/Asrkhabar Na Holanda, é ritual de ano novo a queima de carbureto, que consiste em colocar um produto inflamável e água em uma jarra e tampar a jarra com uma bola, que, na hora da explosão, vai voar e atingir até 70 metros de altura

Réveillon na ÍndiaReprodução/nydailynews
Na Índia, é costume atirar objetos que representam impurezas e doenças na fogueira e fazer queima de fogos nas ruas

Réveillon em Londres, na Inglaterra
Reprodução/huffingtonpost
Em Londres, na Inglaterra, os jovens vão até a Trafalgar Square aguardar o Big Ben dar a última badalada do ano e festejar vendo os fogos de artifício e tomando cervejas quentes, afinal, lá é inverno. As famílias fazem piqueniques no Speaker's Corner do Hide Park, um parque perto do Palácio de Buckingham. A principal queima de fogos acontece na roda gigante London Eye .
Reprodução/02varvara
         Réveillon na Itália
Festiva, a Itália recebe o ano novo com fogos de artifício, para que todos fiquem acordados. Acredita-se que os que dormem na virada do ano, dormirão o ano todo. Os italianos comem lentilha e pé de porco na noite de Réveillon Réveillon em Tóquio, no Japão
Reprodução/darkroom.baltimoresun O ano novo é a data mais importante no calendário japonês.
Em Tóquio, os japoneses receberam 2015 soltando balões brancos que inundaram o céu na noite de Réveillon. É tradição fazer uma limpeza na casa e pendurar na porta uma corda de arroz, para afastar os maus espíritos. Na noite de 30 de dezembro, as famílias se reúnem para comer o sobá para atrair fortuna. Já na última noite do ano, os japoneses se reúnem no templo para a cerimônia das 108 badaladas que, segundo a tradição budista, serve para afastar os pecados e purificar as pessoas. No dia 1 de janeiro, os japoneses levantam cedo para a primeira visita a um templo budista ou santuário xintoísta e rezar por saúde e felicidade no novo ano
Réveillon em Moscou, na Rússia
Reprodução/clarissahirstNa Rússia, o Réveillon é a principal festa do ano, já que não comemoram o Natal. Os russos de Moscou vão para a Praça Vermelha e tomam vodca, para esquentar enquanto assistem ao show de fogos de artifício. Mas as comemorações acontecem novamente no dia 13 de janeiro, quando é celebrado o ano novo ortodoxo