domingo, 28 de dezembro de 2014

Na Tanzânia,Pessoas com albinismo são Caçados e Mortos, e Partes de Seus Corpos Vendidos para Rituais



Pessoas com albinismo enfrentam preconceito e morte na Tanzânia. Recentemente, uma nova campanha foi lançada para tentar pôr fim a sequestros e assassinatos que aterrorizam os cerca de 30 mil albinos que vivem no país.

O albinismo é um distúrbio congênito caracterizado pela ausência de pigmento na pele, cabelos e olhos devido a uma deficiência na produção de melanina pelo organismo. Em alguns casos, o distúrbio também provoca problemas de visão. Ele é raro, afetando uma em cada  17 mil pessoas aproximadamente.



 No Brasil, por exemplo, haveria (embora não haja dados oficiais) entre 10 mil e 12 mil pessoas com albinismo. Entre elas está o compositor e multi-instrumentista Hermeto Paschoal, reverenciado por músicos de jazz em todo o mundo.
Pouco presente no mundo ocidental, o albinismo é comum na África Subsaariana. Na Tanzânia e em outros países africanos, especialmente no leste do continente, albinos sofrem perseguições.
            

Em algumas regiões, são tidos como demoníacos e perigosos. Na Tanzânia, alguns acreditam que poções feitas utilizando partes dos corpos dos albinos trariam sorte e riqueza.O que buscam seus assassinos são partes de seus corpos, como dedos, órgãos sexuais, línguas e cabelo.Beber o sangue ainda quente de um albino eleva significativamente o poder de um feiticeiro. Se for criança, então, melhor ainda.  A pureza da criança é grandiosa para os feitiços, acreditam os sádicos.É um tenebroso costume da Tanzânia o assassinato de idosas por supostas bruxarias ou o contrabando de pele humana. Em algumas áreas daquele país africano, a população ignorante acredita que o sangue e partes mutiladas de humanos albinos, uma vez encantadas e aproveitadas em poções mágicas, trazem sorte e riquezas.
Dezenas foram mortos e mutilados nos últimos meses. As partes, inclusive os órgãos genitais, foram vendidas e até exportadas para pretensos "curandeiros" por somas consideráveis.
     
  A polícia flagrou um dos criminosos tentando levar uma cabeça de um cidadão albino para a República do Congo, e o jornal Regina Leader-Post de 24 de fevereiro de 2009, descreveu o desmembramento de uma criança de 6 anos, ainda viva, na frente dos pais.
Estima-se que há cerca de 270 mil albinos no país que conta com 39 milhões de habitantes. Desde o final de março, quinze deles foram assassinados e mutilados, além de dois que sumiram.


O assassinato de albinos é um crime associado ao garimpo, uma atividade chave na Tanzânia, onde há importantes jazidas de diamantes, esmeraldas, rubis e safiras. Também é o terceiro produtor continental de ouro, após a África do Sul e Ghana.
Pensa-se que os centros de minérios são o mercado habitual para este contrabando de órgãos de albinos, e as autoridades acham que os garimpeiros de pequena escala são os  principais compradores.
Como resultado, mais de 70 albinos foram mortos no país nos últimos três anos. Segundo grupos que fazem campanha em defesa dos albinos, apenas dez pessoas foram presas em consequência desses assassinatos.
No caso mais recente, em maio deste ano, uma mulher foi morta a golpes de machado. e um morador preso com vários ossos e partes do corpo um albino que juga-se ser de um adolescente .


Nos últimos anos, houve várias iniciativas para tentar conscientizar a população e romper preconceitos e superstições em torno do albinismo. Em 2012, na África do Sul, uma modelo albina foi destaque no continente quando desfilou pelas passarelas da Africa Fashion Week.
         Na Tanzânia, o governo também lançou campanhas de conscientização, mas o problema persiste, especialmente em regiões remotas como a ilha Ukerewe, onde vivem o menino May e sua família:,Em uma Entrevista a Rede BBC, O pescador Mtobi Namigambo vive na ilha de Ukerewe, na Tanzânia. Situada a três horas de distância de Mwanza, segunda maior cidade do país, a ilha remota já foi tido como um santuário para albinos, mas hoje a situação mudou.Um dos filhos de Namigambo, May Mosi, com quatro anos de idade, é albino. Quando tinha três meses de idade, escapou de uma tentativa de sequestro."Tinha ido pescar no lago. (Minha esposa e as crianças) estavam sozinhas na casa quando foram atacadas", conta o pai."Ela pulou pela janela e correu com May, em busca de um local seguro, deixando as outras duas crianças para trás - ela não sofreram nada"."Os agressores estavam à procura de May", diz a esposa do pescador. "Meu marido estava fora pescando e eles sabiam disso. Por isso vieram. Após eu pular pela janela, eles ainda vieram atrás de mim e eu gritei por socorro. Só desistiram quando eu acordei os vizinhos"."Nós apelamos ao governo por mais iniciativas para educar a comunidade aqui (na ilha)", diz Namigambo, pai de May. "No passado, as autoridades faziam seminários sobre albinismo. Faziam muita diferença, mas agora não mais", ele comenta.
           A ONG Under the Same Sun (em tradução livre, Sob o Mesmo Sol), que atua junto à população albina da ilha, diz que o lugar não é tão seguro como alguns imaginam.Alfred Kapole, presidente da sucursal regional da Tanzania Albinism Society, nativo da ilha, foi obrigado a fugir para Mwanza."Ele é um dos primeiros albinos cujo caso chegou aos tribunais após um líder local ter tentado matá-lo para ficar com seu cabelo", diz Vicky Ntetema, diretora da ONG Under the Same Sun.Ntetema explica que esse tipo de experiência é comum entre albinos no país.Clientes RicosNo centro da cidadezinha de Sengerema, a 60 km de Mwanza, uma estátua mostra um casal que não tem albinismo segurando um bebê albino.
 A mãe da criança coloca na cabeça do filho um chapéu de abas largas, para protegê-lo do sol. O monumento também traz 139 nomes de pessoas albinas que foram mortas, atacadas ou cujos corpos foram roubados de covas.Um representante da sociedade de albinos de Sengerema, Mashaka Benedict, disse à BBC que mesmo pessoas com certo nível educacional acreditam que partes dos corpos dos albinos podem trazer riqueza."Se isso é verdade, por que não somos ricos?", ele pergunta.E acrescenta: pessoas importantes estão por trás do "comércio da morte". É por isso que pouquíssimas foram presas, acusadas ou condenadas, ele diz."Como poderia um pobre oferecer US$ 10 mil por um pedaço de um cadáver? Os envolvidos são empresários e políticos ".
          A polícia, por sua vez, diz que faz o que pode.Cerca de 70 pessoas com albinismo vivem na ilha de Ukerewe "São casos complicados porque a maioria dos incidentes ocorre em regiões remotas onde não há eletricidade, por exemplo", diz o chefe de polícia de Mwanza, Valentino Mlowola. "Isso dificulta a identificação dos infratores durante a noite"."Investigamos cada caso e cada alegação, mas não é simples".Apesar das dificuldades, ativistas persistem na luta para combater o preconceito e a ignorância. Em um evento organizado recentemente para promover os direitos dos albinos, uma artista com albinismo cantava: "Estamos sendo mortos como animais. Por favor, reze por nós".

sábado, 27 de dezembro de 2014

O Natal está presente em quase o mundo todo, mas sempre de maneira diferente. Tradições, crenças, cores, comidas... tudo muda de acordo com o local

No Natal da Espanha, as ruas se iluminam com luzes coloridas, as praças se enchem de feiras e produtos típicos, os familiares se reúnem na véspera do natal (24 de dezembro), tem a Missa do Galo no dia de Natal (25 de dezembro), até chegarmos no dia 31 de dezembro para o fim do ano. As comidas típicas são cordeiro, peru, nozes, doces, em cima das mesas junto a velas, flores, etc. No último dia do ano os espanhóis se sentem na frente da televisão e comem uvas doces, e esse hábito surgiu por causa de um motivo meramente comercial: os produtores da fruta precisavam vender mais as uvas no fim do ano e diminuíam os preços, o que fez com que ela se tornasse um alimento bastante consumido nessa época e esse hábito perdura até hoje.

Além disso, as casas são adornadas com enfeites, árvores de natal e canções natalinas...
Mas, como são as tradições de outros lugares do mundo?
Na Alemanha, por exemplo, no dia depois da véspera do Natal, as crianças ficam esperando ansiosamente pelos presentes. Quando soa uma campainha, que está colocada atrás da porta da sala, as crianças saem correndo porque sabem que embaixo da árvores estão os seus presentes. Entretanto, elas não podem abrir antes que cantem uma canção natalina chamada “Stille Nacht, heilige Nacht”.
Na Bélgica o costume é sair para patinar na véspera do Natal, depois da ceia. A família inteira coloca os patins e começam a patinar nos rios congelados. No dia 4 de dezembro São Nicolas visita as crianças para checar se elas se comportaram bem ao longo do ano. Vinte dias depois, ele volta com presentes e doces para as crianças boas e um galho no sapato daqueles que não se comportaram.
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Já os finlandeses gostam de colocar pequenas bandeiras de vários países em suas árvores de natal para simbolizar a união e paz entre os povos e culturas. Eles têm uma antiga tradição, a “pikkujoulu”, ou Pequeno Natal, que nos dias próximos a véspera de Natal eles saem dos seus trabalhos para fazerem as decorações natalinas.
Na França o espírito natalino começa no dia 6 de dezembro, com a chegada de São Nicolas que traz presentes às crianças. Porém, desde o dia 25 de novembro já é possível perceber que o Natal está chegando porque é dia de Saint Catharine.
A grande maioria dos irlandeses é católica e, por isso, os costumes natalinos estão bastante enraizados na sociedade. Uma das principais características da tradição da Irlanda durante o Natal são as velas: coloca-se uma grande vela branca na entrada da casa ou em uma janela. A pessoa mais nova da casa deve acender essa vela na véspera do Natal para que a Sagrada Família possa ser bem-vinda, e a vela só pode ser apagada por uma menina ou por uma mulher chamada Maria.
Na Itália a última noite do ano é chamada de "Notte di Capodanno”, e é tradição comer um prato de lentilha antes de sair para as festas de despedida do ano. Além disso, as mulheres costumam se vestir de vermelho nesse dia porque acreditam que a cor possa atrair sorte para o ano seguinte. Quando o relógio dá meia-noite, em Roma e Nápoles eles jogam fora um sapato velho para começar o ano novo com o pé direito.
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“Um presente, um poema”: esse é o lema do Natal na Letônia. O costume no país diz que logo após a ceia, na noite de Natal, deve-se buscar os presentes na árvore de natal, mas, antes de abrir, recitar um pequeno poema. Outro costume é reunir bastante madeira para acender fogueiras no último dia do ano para acabar com todos os infortúnios e  problemas do ano anterior.
Na Polônia o presépio tradicional inclui fantoches, algo único no mundo. No presépio, existe um pequeno palco voltado para as marionetes. Lá, eles representam episódios clássicos do Natal, como o nascimento de Cristo, além de histórias satíricas e de conduta. Na véspera do Natal toda a família se reúne para a ceia e em cima da mesa é colocada uma toalha a mais, com uma hóstia em cima, em que todos os familiares a comem como símbolo de reconciliação.
As tradições natalinas do Reino Unido são os clássicos viscos, que protege contra demônios e traz sorte aos lugares. Além disso, é muito comum os “crackers”, bombinhas que explodem ao serem partidas em dois.
Devido ao grande consumo de álcool durante as festas natalinas na Suíça, foi criada no país uma organização chamada “Nariz Vermelho”, formada de pessoas que ficam nas ruas vigilando os motoristas que possam aparentar estarem embriagados e dirigindo. Eles levam essa pessoa até a sua casa, sem que ofereça perigo a ninguém.
O dia 6 de dezembro é o dia de São Nicolau, que tem como acompanhante a ajudante “Schmuzli”, que em alemão significa aquela que ri por dentro. Os dois visitam as crianças e conferem em seus cadernos se elas se comportaram bem, ou não. Se sim, elas recebem uma bolsinha com amêndoas, nozes, mexericas, figos e chocolates.
Os judeus evidentemente não celebram o Natal, mas durante o mês de dezembro com as datas natalinas eles têm uma celebração chamada “Januka”, uma festividade judia em que as crianças recebem presentes de seus familiares. Esta comemoração obviamente só é feita dentro do ambiente familiar, e não em igrejas judias.
Na Austrália, o Natal é comemorado durante o verão e, ao contrário do cenário de frio e neve encontrado no hemisfério norte, os eventos natalinos acontecem em praias e durante o calor.
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Nas Filipinas, um dos poucos países asiáticos com tradições católicas, já que foi uma colônia espanhola, a comemoração do Natal é muito parecida com a da Espanha, inclusive com a missa do galo e outras tradições europeias.
As lâmpadas de argila cobrem as paredes dos lugares na Índia, igual à festividade hinú chamada Diwali. Além disso, as flores decoram as igrejas durante as missas natalinas.
A tradição de Babushka é própria da Rússia e, segundo a lenda, se trata de uma figura que reparte os presentes entre as crianças boas já que não foi ver Jesus junto aos outros sábios porque estava sentindo frio.
Cada país tem o seu costume, cada lugar tem a sua tradição, mas todos de um modo ou de outro comemoram o Natal.

Religiões e Culturas diferentes celebram o Natal de forma diferente

Religiões e Culturas diferentes celebram o Natal de forma diferente


Dezembro é o mês da maior festa cristã do mundo. No dia 25 de dezembro, pessoas em todos os cantos decoram suas casas e celebram o aniversário de nascimento de Jesus Cristo, sem esquecer a espera pela visita do Papai Noel. Apesar de a data ser mundialmente conhecida e divulgada, há muitas pessoas que passam o período de maneira diferente. Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) relembram como culturas e crenças influenciam na maneira como parte da população celebra o fim de ano.
Indígenas e quilombolas reconhecem a data – Na Amazônia, os povos indígenas não possuem celebrações natalinas, mas passaram a festejar a data após a cristianização desses povos, ainda no Período Colonial brasileiro. O antropólogo Romero Ximenes lembra que para grande parte das aldeias, especialmente nas que ainda se mantêm isoladas ou mais ligadas à cultura tradicional, o Natal não tem significado. É o que acontece com algumas tribos na região da Transamazônica e no município de Óbidos. Porém, entre as que possuem maior influência com a cultura portuguesa, houve uma adaptação e mistura dos costumes. “Eles rezam, leem a Bíblia e cantam músicas natalinas na sua própria língua. Além de celebrarem uma missa em que a hóstia é substituída pela tapioca”, revela.
Já as comunidades quilombolas da região celebram o Natal da maneira tradicional cristã, mas várias participam de programações de Natal que incluem atividades comuns à cultura africana. O professor Assunção Amaral, do Campus de Castanhal, comenta o Programa Universidade no Quilombo, que, há três anos, promove atividades na época do Natal. “Trabalhamos com comunidades quilombolas próximas a Castanhal. Este ano, mais de 120 crianças participarão de atividades, como dança, capoeira e outras dinâmicas, e encerramos com um grande festejo natalino tradicionalmente cristão”.
Enquanto grande parte das pessoas que praticam a religiosidade afro-brasileira celebra o Natal normalmente, no continente africano, o cenário é diferente. A data é pouco lembrada ou divulgada. “Grande parte da população segue a religião muçulmana, por isso, o Natal não é muito propagado”, explica Marilu Campelo, pesquisadora do tema na UFPA.
Migrantes também adaptaram costumes à data - Povos que migraram para a Amazônia, vindos do outro lado do mundo, como os japoneses, também tiveram as festas de fim de ano influenciadas pelo Natal. “A concepção de Natal foi introduzida no Japão apenas após a Segunda Guerra, pela influência norte-americana. Entretanto a comemoração do dia de Santa Claus ou Papai Noel foi apenas uma jogada de marketing para alavancar o comércio no fim do ano. Em relação ao significado religioso da data, este é pouco conhecido, uma vez que o xintoísmo e o budismo são predominantes na sociedade japonesa”, explica Reiko Muto, pesquisadora da migração japonesa na Amazônia.
Já entre os migrantes judeus, o calendário de fim de ano é diferente e o Natal não é comemorado. Há, neste período, uma festividade chamada Hannukah, palavra que significa “dedicação” e muito confundida com o Natal. Porém é nessa época que se comemora o feito bíblico do povo judeu de restaurarem o Templo Sagrado de Jerusalém, que havia sido destruído.
Shlomo Zagury, praticante da religião judaica e futuro rabino na Sinagoga de Beit Chabad, explica um pouco do significado da festividade. “O Hannukah comemora a vitória do povo judeu sobre o povo grego que os oprimia, e os milagres que os levaram a esta vitória. Os Macabeus eram sacerdotes judeus que possuíam um exército pequeno e sem grande preparo para guerra, mas, milagrosamente, derrotaram o exército muito maior e mais preparado dos gregos”.
Ele explica, também, o significado dos oito dias de feriado. “Depois do acontecimento, os sacerdotes chegaram ao Templo Sagrado de Jerusalém e encontraram um pote de azeite que seria usado na restauração daquele templo. O segundo milagre deve-se ao fato de que o pequeno pote rendeu oito dias, tempo o suficiente para a restauração do lugar. Por isso, ao longo dos oito dias de festividade, acendemos uma vela por dia até o último, para relembrar o milagre concedido por Deus ao povo judeu.”. Em 2013, o Hannukah começou a ser celebrado no dia 28 de novembro.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

O Amor é a Essência do Natal

No Natal o Amor desceu; 
Amor divino, Amor sem igual; No Natal o Amor nasceu, 
As estrelas e os anjos deram sinal. 
—Christina Georgina Rossetti (1830–1894)

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O Natal é uma ocasião maravilhosa para renovar laços de amor, quando as pessoas que se amam podem de-monstrar seu apreço umas pelas outras. É também uma ocasião ótima para usar esse amor e construir pontes de compreensão, aceitação e perdão. —Shelley Landon
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Sempre considerei o Natal como uma das mais felizes épocas do ano, como um tempo de bondade e perdão, de caridade e alegria; o único tempo, que eu saiba, no decorrer de todo um ano, em que todos, homens e mulheres, parecem irmanados no mesmo comum acordo para abrir seus corações fechados e reconhecer, naqueles que estão abaixo deles, verdadeiros companheiros no caminho da vida e não criaturas diferentes, votadas a outros destinos. —Charles Dickens (1812–1870)
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A melhor maneira de curtir o Natal não é se concentrando em decoração, presentes ou festas, mas sim tendo o amor como o ponto central dessa celebração. O amor é a essência do Natal. Natal deveria ser sinônimo de tempo de qualidade com sua família e seus amigos. O Natal é uma época para valorizar e celebrar o amor que existe entre as pessoas. —Jesus
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Bebezinho de Belém, ainda deitado quietinho, desperta em nós a alegria, amor e paz que por todo o mundo deseja levar. —Autor desconhecido
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O Natal é uma época em que devemos ver o mundo com amor, lembrarmos que ele é composto de gente como nós,e ver as pessoas além da aparência.Seja quem for e de onde vier, todo o mundo tem problemas como nós. —Maria Fontaine
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Para nós, todos os dias são como o Natal, pois Jesus é muito bom conosco cada dia. Mas esse momento é mais especial, pois Ele nos despensa maior medida do seu amor. Sentimos o Seu amor por meio de nossos amados, amigos, e até de desconhecidos. O aniversário de Jesus tem alguma coisa que inspira nos corações e mentes das pessoas a paz, o amor e a boa vontade. O Natal revela o melhor em cada pessoa, pois revela Jesus, e Ele é o melhor!—David Brandt Berg (1919–1994)

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

No dia 12 de dezembro, uma celebração em honra a Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina

                  O papa Francisco presidiu, no dia 12 de dezembro, uma celebração em honra a Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina. O arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, concelebrou com o pontífice na Basílica de São Pedro, juntamente com outros bispos e cardeais.
Em sua homilia, o papa afirmou que a América Latina é o continente da esperança.  “Porque para ela esperam-se novos modelos de desenvolvimento que conjuguem tradição cristã e progresso civil, justiça e igualdade com reconciliação, desenvolvimento científico e tecnológico com sabedoria humana”, disse Francisco.
Durante entrevista à Rádio Vaticano, dom Damasceno expressou agradecimento ao papa pelo convite. “Me honra muito, e também a nossa Conferência Episcopal do Brasil, esse convite em concelebrar com o papa. Francisco é o primeiro papa latino-americano que presidiu de uma maneira mais solene essa celebração de Nossa Senhora de Guadalupe”, disse o cardeal.
Ainda, durante a missa, o papa Francisco confiou a intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe bênçãos “para a evangelização de seus povos, para o crescimento em humanidade e para a construção de condições de paz, justiça e unidade entre suas nações irmãs”.
Celebrada em espanhol, a missa foi acompanhada por instrumentos típicos do folclore latino-americano e cantos da missa criola, composta por Ariel Ramirez.
Confira a íntegra da homilia:
"Que os povos vos louvem, ó Deus,
Tenha Deus piedade de nós e nos abençoe, faça resplandecer sobre nós a luz da sua face,
para que se conheçam na terra os seus caminhos e em todas as nações a sua salvação.
Que os povos vos louvem, ó Deus, que todos os povos vos glorifiquem.
Alegrem-se e exultem as nações, porquanto com equidade regeis os povos e dirigis as nações sobre a terra.
(Salmo 66)
A oração do salmista, de súplica, de perdão e de benção dos povos e das nações e, ao mesmo tempo, de alegria e louvor, expressa o sentido espiritual desta celebração Eucarística. São os povos e as nações de nossa Grande Pátria latino-americana que hoje comemoram com gratidão e alegria a festividade de sua “padroeira”, Nossa Senhora de Guadalupe, cuja devoção se estende do Alasca até a Patagônia. E com o Arcanjo Gabriel e Santa Isabel, até nós, eleva-se a nossa prece filial: “Ave Maria, cheia de Graça, o Senhor é contigo…” (Lc 1,28).
Nesta festividade de Nossa Senhora de Guadalupe, faremos grata memória de sua visita e materna companhia; cantaremos com Ela o seu “magnificat”; e lhe confiaremos a vida de nossos povos e a missão continental da Igreja.
Quando apareceu a San Juan Diego em Tepeyac, apresentou-se como a “perfeita sempre Virgem Santa Maria, Mãe do verdadeiro Deus” (Nican Mopohua); e deu lugar a uma nova visita. Correu premurosa para abraçar também os novos povos americanos, numa dramática gestação. Foi como “ um grande sinal no céu: uma mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas” (Ap 12,1), que assumiu para si a simbologia cultural e religiosa dos indígenas, anuncia e doa seu Filho aos novos povos de sofrida mestiçagem.
Muitos pularam de alegria e esperança diante de sua visita e diante do dom de seu Filho e a mais perfeita discípula do Senhor se tornou “a grande missionária que levou o Evangelho à nossa América” (Aparecida, 269). O Filho de Maria Santíssima, Imaculada grávida, se revela assim desde as origens da história dos novos povos como “o verdadeiro Deus, graças ao qual se vive”, boa nova da dignidade filial de todos os seus habitantes. Já ninguém mais é servo, mas todos somos filhos de um mesmo Pai e irmãos entre nós.
A Santa Mãe de Deus não apenas visitou estes povos, mas quis permanecer com eles. Deixou impressa misteriosamente a sua imagem sagrada no “manto” de seu mensageiro para que nos recordássemos sempre, tornando-se assim símbolo da aliança de Maria com estes povos, a quem se confere alma e ternura.
Por sua intercessão, a fé cristã começou a ser o mais rico tesouro da alma dos povos americanos, cuja pérola preciosa é Jesus Cristo: um patrimônio que se transmite e se manifesta até hoje no batismo de uma multidão de pessoas na fé, na esperança e na caridade de muitos, na preciosidade da piedade popular e também no ‘ethos’ dos povos, visível na consciência da dignidade da pessoa humana, na paixão pela justiça, na solidariedade com os mais pobres e sofredores, na esperança, por vezes contra toda esperança.
Por isso nós, hoje, podemos continuar a louvar Deus pelas maravilhas que atuou na vida dos povos latino-americanos. Deus escondeu estas coisas aos sábios e entendidos e as revelou aos pequenos e simples de coração” (cf. Mt 11,21). Nas maravilhas que o Senhor realizou em Maria, Ela reconhece o estilo e o modo de agir de Seu Filho na história da salvação. Superando os juízos mundanos, destruindo os ídolos do poder, da riqueza, do sucesso a todo custo, denunciando a autossuficiência, a soberba e os messianismos secularizados que afastam de Deus, o cântico mariano confessa que Deus se compraz em subverter as ideologias e as hierarquias mundanas. Enaltece os humildes, auxilia os pobres e os pequeninos, sacia com bens, bênçãos e esperanças os que confiam em sua misericórdia de geração em geração, enquanto abate os ricos, os poderosos e os dominadores de seus tronos.
O “Magnificat” nos introduz nas Bem-aventuranças, síntese primordial da mensagem evangélica. À sua luz, nos sentimos impulsionados a pedir que o futuro da América Latina seja forjado pelos pobres e por aqueles que sofrem, pelos humildes, por aqueles que têm fome de justiça, pelos piedosos, pelos puros de coração, por aqueles que trabalham pela paz, pelos perseguidos por causa do nome de Cristo, porque “deles será o reino dos Céus” (cf. Mt 5,1-11).
Fazemos esta exortação porque a América Latina é o “continente da esperança”, porque para ela esperam-se novos modelos de desenvolvimento que conjuguem tradição cristã e progresso civil, justiça e igualdade com reconciliação, desenvolvimento científico e tecnológico com sabedoria humana. Sofrimento fecundo com alegria esperançosa. É possível tutelar esta esperança somente com grandes doses de verdade e de amor, fundamentos de toda realidade, motores revolucionários de uma autêntica vida nova.
Depositemos estas realidades e desejos no altar como dom agradável a Deus. Implorando o Seu Perdão e confiando em Sua misericórdia, celebramos o sacrifício e a vitória pascal de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é o único Senhor, o “libertador” de todas as nossas escravidões e misérias derivadas do pecado. Ele nos chama a viver a verdadeira vida, uma vida mais humana, uma convivência como Filhos e irmãos, já abertas as portas “da nova terra e dos novos céus” (Ap 21,1). Imploremos a Santíssima Virgem Maria, em sua vocação guadalupana – a Mãe de Deus, a Rainha, a minha Senhora, a minha jovenzinha, a minha pequena, como a chamou San Juan Diego, e com todos os apelativos amorosos com os quais se dirigem a Ela na piedade popular – para que continue a acompanhar, ajudar e proteger os nossos povos. E para que conduza, por mão, todos os filhos que peregrinam nessas terras ao encontro de seu Filho, Jesus Cristo, Nosso Senhor, presente na Igreja, em sua sacralidade, e especialmente na Eucaristia, presente no tesouro de sua Palavra e ensinamentos, presente no santo povo fiel de Deus, naqueles que sofrem e nos humildes de coração. Assim seja. Amém!"

Papa diz que cristãos e muçulmanos são “irmãos viajando pelo mesmo caminho”

Francisco visita a Turquia e faz orações ao lado de líder islâmico.

Papa diz que cristãos e muçulmanos são “irmãos viajando pelo mesmo caminho”
        Mais uma vez a Turquia é o centro das atenções no que se refere ao movimento ecumênico cristianismo-islamismo. O papa Bento XVI, que visitou o país em 2006, havia feito orações ao lado do grão-mufti de Istambul, um dos mais importantes líderes religiosos turcos. O detalhe é que o fez seguindo as tradições islâmicas, com a cabeça voltada pra Meca, local de nascimento do profeta Maomé. Na ocasião, o papa alemão recebeu críticas tanto de católicos quanto de muçulmanos conservadores.
O ato foi repetido pelo papa Francisco neste sábado (29) em seu segundo dia de visita oficial à Turquia. Na Mesquita Azul, importante local de adoração islâmico, na cidade de Istambul. Ele estava ao lado de Rahmi Yaran, atual grão-mufti. Durante a cerimônia, o papa seguiu a tradição islâmica, retirando seus sapatos ao entrar no templo.
Desde o primeiro dia da visita, Francisco apelou por um “diálogo intercultural e inter-religioso”. Curiosamente, do lado de fora, crianças em idade escolar seguravam bandeiras da Turquia e do Vaticano. Eles gritavam “Viva o Papa Francisco” ao mesmo tempo em que o minarete da praça central chamava os muçulmanos para a oração.
Ontem, durante sua passagem em Ancara, o papa Francisco exortou a Turquia e o Oriente Médio a participar de um “diálogo intercultural e inter-religioso” e pediu o fim “de todas as formas de fundamentalismo”.
Por sua vez, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, depois de seu encontro com Francisco, afirmou ter preocupação com o aumento da “islamofobia” no mundo. Pediu ainda que cristãos e muçulmanos se unissem para lutar contra o preconceito.
A visita do pontífice é vista por analistas como um esforço para fomentar as relações inter-religiosas. Ao falar sobre a guerra no Iraque e na Síria, onde membros do Estado Islâmico rotineiramente matam cristãos, enfatizou seu desejo de ver “a solidariedade de todos os crentes”, equivalendo fiéis católicos e muçulmanos.
Pediu ainda que “fosse mais fácil verem uns aos outros como irmãos e irmãs que estão viajando pelo mesmo caminho”. Tal declaração seria vista com horror durante boa parte da história, principalmente na Idade Média quando os dois grupos travaram guerras sangrentas, chamando-se mutuamente de “infiéis”.
O esforço de união religiosa continuou no encontro com o Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I e líderes de todas as outras comunidades cristãs turcas. O encontro foi um passo importante na tentativa de reunificação das duas vertentes do cristianismo, separadas há quase mil anos.
Os dois líderes firmaram uma declaração conjunta que mostra a disposição de reatar os vínculos rompidos. O papa insistiu que o Vaticano “não pretende impor nenhuma exigência, exceto a profissão de fé comum”.
Esse é um episódio significativo diante do fato que a população cristã turca diminuiu muito no último século. Vários líderes temem que o fato de Erdogan defender veementemente o islamismo, ao contrário de muitos e seus antecessores, signifique uma postura cada vez menos tolerante, especialmente após a nação receber quase dois milhões de refugiados da Síria, a maioria de origem cristã.
O fato de Francisco ter demonstrado tanta aproximação com os muçulmanos na Turquia chama atenção. O último grande império a levar a mensagem de submissão a Alá foi o Otomano, cuja sede ficava na atual Turquia.
Recentemente, ocorreu na capital Istambul o encontro da União Internacional de Sábios Muçulmanos, chamada por especialistas em profecias bíblicas de “Confederação do Anticristo”. Este mês, a cidade também hospedou um encontro de líderes muçulmanos da América Latina, que estabeleceu planos para o avanço do islamismo no único continente do mundo onde eles não têm presença significativa

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Crianças cristãs são decapitadas por não negarem a Jesus

Crianças cristãs são decapitadas por não negarem a Jesus     Quatro crianças iraquianas deram um exemplo de amor por Jesus mesmo diante da possibilidade da morte. Quando os muçulmanos radicais do Estado Islâmico exigiram que elas se convertessem ao islamismo e negassem sua fé, elas se negaram.
     O relato vem sendo divulgado por Andrew White, pastor de uma Igreja anglicana em Bagdá. Ele gravou uma entrevista para o canal OCN, da Igreja Ortodoxa. Relatou diversas histórias sobre a perseguição que os cristãos enfrentam no Iraque e a bravura com que os cristãos estão defendendo sua fé, apesar das consequências.Quando os soldados do EI disseram: “Repita que você irá seguir somente a Maomé”, lembra White, “As 4 crianças, todas menores de 15 anos, responderam: ‘Não, nós amamos Yesua [forma iraquiano do nome Jesus]. Sempre amamos Yesua e o temos seguido. Yesua sempre esteve com a gente”. Os homens insistiram, mas elas não mudaram de ideia.
Os muçulmanos, em seguida, então decapitaram as crianças diante de todos os moradores da aldeia. “Como você responde a isso?”, questiona o pastor. “Você só pode chorar. Eles são meus filhos… É isso que temos visto e que estamos passando”.
O pastor White relatou sobre a forma como os cristãos são perseguidos em todo o Iraque, especialmente em cidades como Bagdá e Nínive. Ele conta que o Estado Islâmico não tem poupado ninguém.
“Eles mataram um grande número de pessoas. Cortaram crianças ao meio. Cortaram suas cabeças. Multidões estão fugindo para o norte… é muito terrível o que aconteceu”, desabafa. Estima-se que restaram cerca de 250.000 cristãos na região, onde costumavam viver 1 milhão e meio anteriormente.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Liberdade religiosa no mundo em “grave declínio”

Relatório apresentado esta terça-feira em Lisboa com presença de arcebispo libanês; perseguição de minorias e estados uniconfessionais provocam aumento dramático de refugiados; patriarca greco-melquita traça retrato trágico da situação na Síria
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A liberdade religiosa está numa fase de “grave declínio”, de acordo com a edição de 2014 do relatório Liberdade Religiosa no Mundo, que avalia 196 países. Preparado pela Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), organização internacional dependente da Santa Sé, o documento será apresentado no auditório da Assembleia da República, a partir das 17h desta terça-feira, dia 4 de Novembro, com a presença do arcebispo libanês de Bekaa, Issam John Darwish.
Outra conclusão importante do relatório é que, entre os casos de violações mais graves da liberdade religiosa, predominam países de maioria muçulmana e onde os governos usam a religião para impor regimes autocráticos e ditatoriais.
De acordo com informações da Fundação AIS em Portugal, o estudo conclui ainda que“a perseguição das minorias religiosas” e o aumento dos estados uniconfessionais está a provocar uma vaga muito elevada de populações em fuga, o que tem contribuído para a “crise mundial de refugiados”.
Michael Gulbenkian participa também na apresentação do relatório. O arcebispo Darwish, anuncia a AIS, irá falar sobre a liberdade religiosa no Líbano. O país está confrontado com uma forte ameaça de colapso económico e político por ter acolhido, nos últimos anos, milhares de refugiados provenientes da Síria e do Iraque.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Oração de Descontaminação- São Miguel Arcanjo

 
Eu [ nome ], em Nome de Jesus, pelo poder de Deus e de seu Espírito Santo, corto de mim, de minha família, de minha casa, deste local, toda contaminação espiritual, todo dardo de satanás, toda sua fúria contra nós.

Eu ordeno que vás aos pés da cruz do
Senhor Jesus, para que Ele te julgue e te proíba de tocar em cada um de nós. Lavo-me junto com os meus queridos no precioso Sangue de Jesus, e tomo toda armadura de Deus e que o Espírito Santo renove em nós a sua unção; invoco a intercessão da Virgem Maria, a Imaculada, dos anjos e santos de Deus a nosso favor; renova em nós Senhor toda a tua força, todo o teu poder, toda a unção do Espírito Santo para fazermos sempre a TUA SANTA VONTADE e alcançarmos a plenitude do SEU ESPÍRITO SANTO.

Muito obrigado (a) e louvado seja.






 

Oração de Descontaminação (SMA)

Eu, (nome), em nome de
Jesus, corto de mim agora, e de toda a minha família, de todo o meu trabalho, de todos os meus relacionamentos, de toda a minha comunidade cristã, todo o tipo de contaminação que eu recebi. Eu me lavo no sangue precioso de Jesus, com toda a minha família, minha comunidade, meu trabalho, meus relacionamentos, e proíbo o mal de nos tocar.

Eu os amarro em nome de
Jesus. Divino Espírito Santo, renova em mim, na minha família, na minha comunidade, no meu trabalho, nos meus relacionamentos, a Tua unção, a Tua força, o Teu poder.Maria Santíssima, intercedei por nós. Anjos do Senhor, combatei por nós. Amém!





 
Oração de Descontaminação (SMA)

Eu [nome],

Em nome de
Jesus, ordeno que sai de mim, de minha casa, de minha família, de meus filhos, de meu marido(esposa), de meus amigos, de minha comunidade, que saia todo espírito de contaminação espiritual e ordeno que vá se prostar aos pés da Cruz do Senhor e os proíbo de voltar, que saia também, toda contaminação, toda fúria do inimigo, toda seta, todo dardo inflamado, que saia de todos meus bens materiais, físicos e espirituais.

Agora
Jesus, eu me lavo no Teu Sangue Precioso, juntamente com minha família. Que o Teu Sangue Senhor Jesus, sejam para nós cobertura e proteção.

Divino Espírito Santo, renova em cada um de nós a tua unção a tua força e o teu poder.Virgem Maria e Anjo do
Senhor, rogai por nós.  Amém.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

"Pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus" I Coríntios 1:24


 - Somos uma Comunidade que crê na Verdade que é a Palavra de Deus, a Bíblia. Esta, inspirada pelo Espírito Santo, é a direção para tudo que somos, temos e fazemos.

 - Somos uma família formada por pessoas que aceditam na restauração integral do homem, da mulher e das famílias para um relacionamento genuíno com Deus, Sua Palavra e Sua igreja.

 - Somos parte do Corpo de Cristo e cremos na unidade da Igreja do Senhor Jesus em nossa cidade, nação e todo o planeta.

 - Somos uma igreja missionária dispostos a cumprir a palavra de Atos 1:8 e sermos testemunnhas do Evangelho de Cristo em Caçapava, no Brasil e até os confins da terra.

 - Somos servos que trabalham com o único objetivo de semear para o crescimento e expansão do Reino de Deus na face da terra.

 - Somos dependentes de Jesus Cristo, que morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou e está vivo.

 - Somos DELE.

"Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém." Romanos 11:36



domingo, 21 de setembro de 2014

Simpósio sobre Vida Consagrada recordará Concílio Vaticano II


Os desafios e perspectivas para a Vida Consagrada, presentes nas reflexões do Concílio Vaticano II, que completou 50 anos, serão abordadas no Simpósio Teológico organizado pela Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. O evento ocorrerá de 28 a 30 de outubro, no auditório do Colégio São Bento.
Entre as temáticas previstas estão “A dimensão Eclesiológica da Vida Consagrada”, “Fidelidade ao carisma e a espiritualidade”, “A vida fraterna em comunidade”, entre outros.
O papa Francisco convocou, para 2015, o Ano da Vida Consagrada, cujo início será no próximo dia 30 de novembro, com a conclusão em 2 de fevereiro de 2016. A proposta é ressaltar as várias dimensões da missão dos consagrados na Igreja. Neste contexto, o Seminário Teológico será uma oportunidade de aprofundar alguns dos princípios relevantes que devem nortear a vida consagrada, além de um espaço para  avaliação dos desafios e perspectivas.
As conferências serão ministradas por padres e bispos, entre eles, cardeal Orani João Tempesta, dom Murilo Krieger, dom Jaime Spengler, dom Giovanni Crippa, dom Filipe da Silva, dom Airton José dos Santos, dom Paulo Cezar Costa, padre Antônio Robson Gonçalves.

sábado, 20 de setembro de 2014

Oração da Noite


Boa noite, Pai.

Termina o dia e a ti entrego meu cansaço.

Obrigado por tudo e . . . perdão.

Obrigado pela esperança que hoje animou meus passos, pela alegria que vi no rosto das crianças;

Obrigado pelo exemplo que recebi daquele meu irmão;

Obrigado também por isso que me fez sob sofrer . . .

Obrigado por que naquele momento de desanimo lembrei que tu es meu Pai;

Obrigado pela luz, pela noite, pela brisa, pela comida, pelo meu desejo de superação . . .

Obrigado Pai porque me deste uma mãe!

Perdão, também, Senhor!

Perdão por meu rosto carrancudo,

Perdão porque não lembrei que não sou filho único, mas irmão de muitos;

Perdão Pai pela falta de colaboração e serviço e porque não evitei aquela lágrima, aquele desgosto;

Perdão por ter guardado para mim tua mensagem de amor;

Perdão por não ter sabido hoje entregar-me e dizer "sim", como Maria.

Perdão por aqueles que deviam pedir-te perdão e não se decidem.

Perdoa-me Pai, e abençoa os meu propósitos para o dia de amanhã. Que ao despertar, me invada novo entusiasmo, que o dia de amanhã seja um ininterrupto "sim" vivido conscientemente.

Boa noite, Pai. Até amanhã.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Religiões tribais da África


Religiões tradicionais africanas e línguas

A maioria das Religiões tradicionais africanas têm, na maior parte de sua existência, sido transmitidas oralmente (em vez de escritas). Assim, os peritos lingüísticos tais como Christopher Ehret e Placide Tempels aplicaram seus conhecimentos de línguas para reconstruir a opinião do núcleo original dos seguidores dessas tradições. As quatro famílias linguísticas faladas na África são: Línguas afro-asiáticas, línguas nilo-saarianas, Níger-Congo e Línguas khoisan.

Classificação e estatísticas

Adherents.com lista as "Religiões tradicionais africana e da diáspora" como um "grande grupo religioso", estimando cerca de 10 milhões de adeptos. Eles justificam esta listagem combinada das religiões tradicionais africanas e Diáspora africana, bem como a separação da categoria genérica "indígenas-primitivas" salientando que "As religiões 'indígenas-primitivas' são essencialmente tribais e compostas por povos pré-tecnológicos."

 

 

Tradições por cada região da África

Norte da África
  • Mitologia berbere
  • Mitologia Egípcia (Pré-cristã)
África Ocidental
  • Mitologia Akan
  • Mitologia Ashanti (Gana)
  • Mitologia Dahomey (Fon)
  • Odinani do povo Igbo (Nigeria, Camarões)
  • Mitologia Efik (Nigéria, Camarões)
  • Mitologia Isoko (Nigéria)
  • Mitologia Yoruba (Nigéria, Benin)
África Central
  • Mitologia Bushongo (Congo)
  • Mitologia Bambuti (Pigmeu) (Congo)
  • Mitologia Lugbara (Congo)
África Oriental
  • Mitologia Akamba (Leste do Quénia)
  • Mitologia Dinka (Sudão)
  • Mitologia Lotuko (Sudão)
  • Mitologia Masai (Quénia, Tanzânia)
Sul da África
  • Mitologia Khoikhoi
  • Mitologia Lozi (Zâmbia)
  • Mitologia Tumbuka (Malawi)
  • Mitologia Zulu (África do Sul)

Religiões tradicionais africana na Diáspora

A Mitologia Africana foi levada para as Américas pelos africanos escravizados, as que mais se tem notícia são: a mitologia fon daomeana, mitologia yorubá, mitologia igbo, mitologia fanti, mitologia ashanti, mitologia angola, mitologia congo, mitologia bantu, que mais tarde tornou-se uma mitologia mestiça nas religiões afro-americanas, religiões afro-cubanas, religiões afro-brasileiras.
A mitologia fon daomeana que cultua os Vodun no Vodun da África Ocidental foi para as Américas e Caraíbas formando assim as religiões do Vodou haitiano no Haiti e República Dominicana, Regla de Arará em Cuba, o Voodoo nos Estados Unidos, Obeah na Jamaica e Trinidad e Tobago, Winti no Suriname, e o Candomblé Jeje no Brasil, todas parte das religiões afro-americanas
A mitologia congo é mais frequente ser encontrada na diáspora africana de diversos países, na Kumina da Jamaica, na Regla de Palo em Cuba, noa Voodoo dos Estados Unidos e no candomblé bantu no Brasil.
A mais conhecida é a dos Orixás mitologia yorubá, onde se encontra a gênese de religiões como a Santeria ou Lukumí através da Regla de Ocha, Candomblé ketu e de várias nações, Xangô do Nordeste, Batuque, Xambá, Omolokô e outras.
O que a todas é comum é o ritual aos Nkisis, Orixás e Voduns, o que diverge entre elas é a maneira de fazer esse culto, as cores das roupas, fio-de-contas e as línguas utilizadas nas rezas e cantigas.
    • Zambi Deus nas nações Angola e Congo Candomblé Bantu
    • Olorun Deus na nação Ketu Candomblé Ketu
    • Mawu Deusa na nação Jeje Candomblé Jeje

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Classificação da Perseguição Religiosa pelo mundo

Onde seguir as palavras do Senhor Jesus pode custar a própria vida: conheça os 50 países em que a perseguição aos cristãos atinge o nível mais elevado.


Uma vez que seu chamado é servir os que pagam um alto preço por causa de sua fé em Jesus, a Portas Abertas entende ser necessário monitorar a situação religiosa dos países para saber onde sua ajuda se faz mais necessária. Para isso, criou a Classificação da Perseguição Religiosa (chamada anteriormente de Classificação de Países por Perseguição). Esta é a única pesquisa do tipo realizada anualmente em todo o mundo. Ela mede a liberdade que um cristão tem para praticar sua fé.
Trata-se de uma lista que relaciona os 50 países em que os seguidores de Cristo são mais hostilizados, somando assim milhões de cristãos afetados pela perseguição – atualmente, cerca de cem milhões de cristãos são perseguidos; em média, cem indivíduos cristãos perdem sua vida a cada mês em razão de sua fé em Jesus Cristo.

Perseguição aos cristãosGovernos instáveis e extremismo islâmicoA maior fonte de perseguição à Igreja em 2013 foi o extremismo islâmico. Dos 50 países listados na Classificação da Perseguição Religiosa, 36 deles apresentaram essa tendência, principalmente na África. Seria possível dizer que a Classificação de 2014 mostra que a perseguição aos cristãos está se tornando mais intensa em mais países, espalhando-se pelo continente africano.
Os dez países mais hostis aos cristãos tratam-se de nações que passam por sérios problemas em seu governo: Somália, Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Iêmen. Junto a eles, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Maldivas e Irã completam a primeira dezena de países em que ser cristão é, praticamente, uma prova de resistência.

Como a Classificação é formadaPara entender melhor como acontece a perseguição aos cristãos no mundo atual, a Portas Abertas definiu cinco áreas diferentes em que os cristãos são hostilizados: individualidade, família, comunidade, nação e igreja.
Ao separar as áreas para análise, a Portas Abertas elabora um questionário bastante específico e extenso que contempla as diferentes formas de perseguição. Cristãos de diversas nações são convidados a responder um total de 96 perguntas que, somadas a informações obtidas por meio de pesquisas e averiguação, culminam na pontuação do país na Classificação.

Este resultado final é usado para determinar a ordem dos países na posição de 1 a 50 da Classificação da Perseguição Religiosa. Além disso, a pesquisa faz distinção entre duas formas principais de perseguição: ameaças e pressões que cristãos vivenciam em todas as áreas da vida, e pela violência.

Não se engane ao imaginar que a violência é a forma predominante e mais invasiva de perseguição; em muitos casos, a opressão pode ter um efeito ainda mais devastador. Isso explica porque não necessariamente quanto maior a violência física contra os cristãos, maior é a perseguição.

A Portas Abertas tem monitorado a perseguição aos cristãos em todo o mundo desde 1970. Ao longo dos anos, a metodologia da pesquisa passou por uma evolução gradual. Em 2013, a metodologia foi aperfeiçoada para o modelo explicado acima.
Confiabilidade da pesquisaA partir de 2014, o processo de pesquisa e análise dos dados utilizados na Classificação da Perseguição Religiosa é auditado de maneira independente. O trabalho está sendo realizado pela única instituição com acadêmicos dedicados ao estudo da liberdade religiosa dos cristãos, o Instituto Internacional de Liberdade Religiosa (International Institute of Religious Freedom - RIFI), que conta com a atuação de profissionais de diferentes países do mundo.

Se você desejar saber mais informações sobre a metodologia e o processo de formação da Classificação da Perseguição Religiosa, entre em contato com a Portas Abertas pelo e-mail falecom@portasabertas.org.br ou ligue para 11 2348 3330.

Os mais perseguidosA cada ano, novos países entram na Classificação da Perseguição Religiosa, o que faz com que outros deixem de aparecer na lista. Isso não corresponde, necessariamente, a uma melhora na perseguição religiosa nos países que saíram do ranking, mas sim que, nos países que passam a integrar a lista, o nível de perseguição é maior. Você pode conferir onde o nível de perseguição aumentou; diminuiu; e manteve-se estável no mapa da Classificação (também disponível para download).

Novos países que integram a Classificação 2014
Bangladesh
Um novo grupo extremista reuniu milhares de pessoas em Daka, capital do país, exigindo que fossem feitas treze emendas na Constituição — uma delas era a adoção da sharia (lei islâmica).
República Centro-AfricanaNotícias de confrontos civis nessa nação africana dominaram as manchetes em 2013, cujo governo foi derrubado por um golpe militar que concedeu ao grupo rebelde Seleka o poder no país. Sempre com violência desmedida, os rebeldes estupraram, assaltaram e mataram cristãos centro-africanos. Este caso mostra como um Estado aparentemente estável pode se desintegrar e como uma minoria cristã pode correr o risco de vir a se extinguir.
Sri LankaAs igrejas do Sri Lanka experimentaram hostilidades em 2013. Mais de 50 delas foram atacadas por participantes de um movimento nacionalista budista.

Perseguição e perseverançaAlém dos países citados acima, aqueles que seguem a Cristo enfrentam a oposição de seus governos, sociedades e até parentes em 60 nações, pelo menos. Isso faz com que os cristãos sejam o grupo religioso mais perseguido do mundo.

A boa notícia é que a perseguição tende a estar relacionada com o crescimento e o testemunho, e normalmente refina e fortalece a fé dos cristãos, não o oposto. Por isso, em geral, o aumento das pressões contra o cristianismo mostra que a Igreja está crescendo.

Somos igualmente livresCristãos perseguidos possuem em Deus a mesma liberdade que cristãos brasileiros. Mas civilmente, não. Use sua liberdade para servi-los.

Curiosidade : Não há liberdade religiosa na Coreia do Norte

“O único deus na Coreia do Norte é Kim Il Sung, Kim Jong Il e Kim Jong Un. Quem não acredita neles é perseguido”

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O  Papa Francisco chegou a Seul em sua visita de quatro dias à Coreia do Sul, recebeu  Um grupos de ativistas dos direitos humanos publicou uma carta de boas-vindas ao Papa e pedem-lhe que chame à atenção do mundo para os graves abusos que ocorrem no país vizinho.
Reproduzimos o conteúdo da carta:
Boas-vindas ao Papa Francisco na Coreia
Recebemos com todo o coração o Papa Francisco na Coreia do Sul.
As palavras do Papa Francisco, “O Papa deve servir a todas as pessoas, especialmente aos pobres, aos fracos, aos vulneráveis“, bem como as suas ações, inspiraram milhões de pessoas. Os trinta mil desertores norte-coreanos que residem atualmente na Coreia do Sul também foram impactados pelo amor do Papa Francisco pela humanidade e perseveram apesar dos obstáculos que enfrentam.
A tragédia com o ferry Sewol deixou a Coreia do Sul em luto nacional. Como o Papa Francisco tem pedido, nós, os desertores norte-coreanos, não nos esquecemos de rezar pelas vítimas e pelas suas famílias. Derramamos lágrimas pelos estudantes falecidos.
Inevitavelmente, o desastre do ferry Sewol lembrou-nos de outra tragédia que está ocorrendo hoje na Coreia do Norte.
Assim como as vítimas da tragédia do Sewol, 25 milhões de norte-coreanos são impedidos de escapar da balsa chamada Coreia do Norte e continuam presos, aguardando lentamente a morte. Os norte-coreanos presos gritam pela nossa ajuda. É comum que famílias inteiras na Coreia do Norte morram de fome e não tenham liberdade para se deslocar dentro do país. Infelizmente, muitos norte-coreanos que tentaram fugir do ‘ferry da Coreia do Norte’ correm o risco da execução pública ou de viver o resto da vida num campo de prisioneiros políticos.
Além disso, não há liberdade religiosa na Coreia do Norte. As pessoas da Coreia do Norte não podem acreditar em Deus nem em Jesus Cristo. O único deus na Coreia do Norte é Kim Il Sung, Kim Jong Il e Kim Jong Un. Qualquer um que não acredite neles é perseguido, sofre execuções públicas ou condenações nos campos de prisioneiros políticos.
O primeiro passo para se fugir da Coreia do Norte é atravessar a fronteira com a China. Mas quando esses norte-coreanos são apanhados pela polícia chinesa são repatriados de volta para o regime. Os desertores norte-coreanos repatriados são então condenados por traição e executados publicamente ou enviados para os campos de prisioneiros políticos. Precisamos, portanto, de fazer com que o governo chinês pare de repatriar os desertores norte-coreanos.
A Comissão das Nações Unidas de Investigação dos Direitos Humanos na República Popular Democrática da Coreia fez um apelo à comunidade internacional para tomar medidas imediatas contra as violações dos direitos humanos na Coreia do Norte, afirmando: “Os crimes do regime da Coreia do Norte são tão assustadores quanto os dos nazis“. Navi Pillay, do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, afirmou que não devemos atrasar a ação, porque as violações dos direitos humanos na Coreia do Norte são graves e generalizadas.
Apelamos sinceramente ao Papa Francisco.
Por favor, ore pelas pessoas da Coreia do Norte, pelos desertores norte-coreanos perdidos na China e pelos duzentos mil prisioneiros dos campos de concentração de presos políticos na Coreia do Norte, para que fiquem livres da ditadura e da opressão, desfrutem da liberdade e vivam como seres humanos. Peça também, por favor, a atenção do planeta para os direitos humanos na Coreia do Norte, de modo que muitas pessoas no mundo se conscientizem da situação dos direitos humanos na Coreia do Norte. Por favor, mande uma mensagem forte sobre a liberdade religiosa ao regime norte-coreano, para que o coração de muita gente na Coreia do Norte seja aliviado. Por fim, pedimos a sua forte oração pela reunificação da Península Coreana e pela liberdade do povo norte-coreano.
Nosso sincero agradecimento.
Atenciosamente,
Associação Cristã Norte-Coreana
Centro PEN de Escritores Norte-Coreanos no Exílio
Rádio Reforma da Coreia do Norte
Comitê para a Democratização da Coreia do Norte
Fórum da Juventude pela Democratização da Coreia do Norte
Aliança de Jovens Desertores Norte-Coreanos pelos Direitos Humanos
Frente de Libertação do Povo da Coreia do Norte
Centro de Estratégia da Coreia do Norte
Sociedade de Camaradas Sungwei
Associação pelo Sucesso da Reunificação Coreana (PSCORE)
Instituto Mundial de Estudos sobre a Coreia do Norte
Associação de Vigilância da Coreia do Norte
Intelectuais Solidários da Coreia do Norte
Rádio Coreia do Norte Livre
Guerreiros da Liberdade da Coreia do Norte
Associação Coreia do Norte Livre
Associação Coreana de Direitos Humanos dos Refugiados da Coreia do Norte
Associação dos Direitos Humanos das Mulheres Refugiadas Norte-Coreanas
Associação dos Desertores Norte-Coreanos
Associação Hana de Mulheres

"É inacreditável como em  pleno século XXI, ainda possamos nos deparar com um regime dessa natureza.."


domingo, 14 de setembro de 2014

Curiosidade Rapida : Vaticano


Vaticano

                O Vaticano ou Cidade do Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano, é a sede da Igreja Católica e uma Cidade-Estado soberana sem costa marítima cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália.

Área: 44 ha
Fundação: 11 de fevereiro de 1929
Continente: Europa
Hino nacional: Inno e Marcia Pontificale
Organização das Nações Unidas
Moeda: Euro